Um patamar, treinamento e evolução. Assim é a corrida

Você já percebeu como a evolução na corrida, com algumas exceções claro, é feita patamar a patamar? Calma, não estou ficando louco. Treinamento, preparação e chegamos no tempo sonhado. Completa, então, mais algumas provas na distância e os tempos ficam parecidos demais. Daí, é preciso treinar ainda melhor para pular para outro patamar.

Por exemplo, corri cinco ou seis provas de 10 km em 2010 para valer e, em quase todas, rodei ao redor de 42:20 (cheguei a cravar esse tempo em algumas). Fiquei um período me dedicando apenas à maratona. Na média, quando no final de 2011 participei de algumas corridas de 10 km, o tempo ficou entre 41:10 e 41:40. Hoje, rodo nesse patamar com “tranquilidade”. Fiz um 40:00 no meio tempo, mas influenciado por diversos fatores.

Na meia-maratona, rodei várias provas para 1h29 (incluindo treinos e passagens da maratona) em 2011. Nas duas maratonas que corri, mesmo com dificuldades diferentes (calor em Porto Alegre, muito vento contra em Punta del Este), marquei3:09:28 na capital gaúcha e 3:09:34 no Uruguai. Esse é o patamar que estou falando.

Vou baixar (e bem, não tenho qualquer dúvida), todas essas marcas neste ano. Não é questão de falta de modéstia, mas de treinamento, de esforço, dedicação. Atingirei outro patamar nas três distâncias e, daí, será necessário mais esforço para superá-lo. Já vivenciou isso, não é mesmo?

Não há segredo, “coelho da cartola” no mundo das corridas. Volto a escrever isso aqui no blog. Treinou, acertou a alimentação, descansou, o resultado virá. De vez em quando, pode levar uma passada de pé do clima ou de um dia ruim (todos estamos sujeitos a isso), mas será a exceção.

Chegará um dia em que a evolução terá quase seu limite. Parte fisiológica, idade, vários fatores influenciam esse freio, mas enquanto isso não chega (que demore bastante!), vamos aos treinos.

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