A Maratona de Buenos Aires, disputada neste domingo (dia 23), na Argentina, consolidou-se como a mais rápida da América Latina, com o melhor tempo já realizado na história. Porém, houve também uma falha grave na entrega das medalhas para os corredores que chegaram próximos das 5 horas, algo que não pode ocorrer.
Há um mês, na Meia-Maratona de Buenos Aires, os dois primeiros colocados no masculino já haviam feito sub 1h e, agora, nos 42 km, o queniano Saina Emmanuel Kipkemboi venceu com incríveis 2:05:20, o tempo mais baixo já feito na América Latina e o 10° melhor tempo do mundo no ano, com base nas estatísticas da IAAF.
Na segunda posição, chegou o também queniano Barnabas Kiptum com 2:09:18, seguido pelo peruano Cristhian Pacheco com excelentes 2:11:18.
O melhor brasileiro foi Valdison Silva em décimo lugar, com 2:19:47.
Entre as mulheres, domínio africano. Vivian Jerono Kiplagat ganhou com 2:39:03, seguida pela compatriota Leah Jerotich com 2:32:57 e pela etíope Fikad Bosho Amelework com 2:34:56. A melhor brasileira foi Laura Marques, em 16° lugar, com 2:59:46.
Confira os resultados completos clicando aqui.
FALTA DE MEDALHAS. Leitores e assinantes da CR relataram à reportagem um problema grave em Buenos Aires neste ano, com uma espera muito grande para a entrega das medalhas no grupo que completou próximo das 5 horas em diante.
Houve quem tenha ficado 1 hora aguardando para receber as medalhas, muitas sem o cordão para colocar no pescoço. Por meio de nota oficial, a organização (Associação Nandu) desculpou-se pela falha e prometeu enviar a todos que ficaram sem as medalhas pelos Correios.
Confira o pronunciamento da organização:
MEDALLAS 42k
La Asociación Ñandú pide disculpas por la demora en la entrega de medallas a una parte de los participantes.
Quienes se hayan retirado sin su galardón, le pedimos que se contacten con la organización para poder hacer entrega de la misma.
Les pedimos que envíen un mail a info@maratondebuenosaires.com y nos estaremos comunicando.
Desde ya, muchas gracias y perdón por las molestas ocasionadas.
Saludos,
Asociación Ñandú