As “loucuras” que fazemos pela corrida. Como explicá-las?

Como explicar para não corredores nossa paixão pelo esporte? Como não ser olhado com espanto com as “loucuras” que fazemos semanalmente, muitas vezes, diariamente? Você, que está lendo esse texto, já deve ter vivenciado, ao menos uma das situações abaixo…

Acordar no inverno, no frio, às 4h30, a hora mais gostosa do sono, para ir à rua, a um parque correr, fazer tiros, ritmo ou um longão. Ou disputar uma prova num domingão.

Deixar de sair na sexta-feira à noite porque, no sábado, logo cedinho, tem 30 km na planilha!

Ir dar uma “soltada” de 10 km ou 1 hora.

Dar mais importância na hora de arrumar a mala para o tênis, shorts, camiseta e relógio do que para TODO o resto.

Acordar se sentindo mal, de “nhaca”, mas mesmo assim sair para correr e, depois, sentir-se a melhor pessoa do mundo. Garanto, depois de correr, você pode até não estar melhor (o que é difícil), mas pior, eu asseguro, não ficará.

Abrir mão de uma deliciosa feijoada feita com carinho pela avó que não vê há tempos para comer um prato de macarrão simples, molho ao sugo, porque no dia seguinte tem aquela prova que espera há tempos…

Agendar as viagens com o calendário esportivo da região a ser conhecida/visitada.

Ficar horas conversando em código, 4 por 1, 5 por 1…

Poderíamos ficar aqui o dia inteiro trocando essas experiências. Citei as que vieram na cabeça, de improviso. São inúmeras outras.

Quem não é corredor, não consegue entender mesmo essa “loucura” contagiante. Sinceramente, se não fosse, não entenderia também.

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